RELATÓRIO DE ATIVIDADES MÊS DE FEVEREIRO DE 2011

  

1 – Atividades realizadas pelo GT Pesquisa:

O mês de fevereiro foi muito atribulado com a visita de vários jornais interessados em conhecer e publicar as causas e objetivos de nosso Projeto. E nós, do GT Pesquisa, somos quem mais conhece a história, as questões fundiárias e as questões legais, por isto éramos indispensáveis nestas entrevistas.  Vieram os repórteres do Diário de São Paulo, no dia 01, Estado de São Paulo e TV Câmara, no dia 02, Folha de São Paulo e TV Gazeta, no dia 04, e todos eles foram levados para conhecer a Fonte (em anexo estamos colocando cópia das matérias publicadas na Folha de São Paulo, dia 06, e no Diário de São Paulo, dia 03).

A repercussão destas reportagens foi surpreendente. Logo o bairro ficou inteirado. No dia 08, na reunião do CADES-Bt, a Sra. Cecília Pellegrini, que também é Conselheira, foi solicitado que apresentasse os informes do que acontecia no Morro do Querosene. E como o interesse dos demais conselheiros era grande, foi criado um GT formado por ela, Marcelo do SMDU, Luiz Felipe da Subprefeitura e Lúcia do DPH para prepararem o material sobre a “Criação do Parque da Chácara da Fonte” para assunto de pauta da próxima reunião deste Conselho, reunião a acontecer dia 09/03/2011, na Subprefeitura.

Dia 09 acompanhamos o GT-Teatro na apresentação do Projeto aos professores da EEPSG Dr Alberto Torres.

No dia 10 estivemos na Subprefeitura do Butantã conversando e analisando documentos com o Sr. Luiz Felipe. Destes, alguns nos chamou bastante a atenção, como as Portaria 493/91 e Portaria 829/2001, ambas de SeHab, dizendo que a Travessa Singapura, CodLog 07270-2, e depois a Travessa da Fonte “….termina a aprox85 mdo seu início”. Também muito interessante, no Processo 2001-0.187.101-7, Folha de Informação nº 13, Case41 – SeHab, encontramos o seguinte

“Em vista aos processos 1991-0.001.151-7 e 1979.0.011.476-9 não terem elucidado as dúvidas sobre a titularidade da área (Rua da Fonte), solicitamos prosseguir elaborando a minuta de portaria de designação, retornando ao nome de Travessa da Fonte (conforme solicitação da Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene)” – assina Arquiteta Eliana Beccato Mellone (a portaria aqui referida é a mesma 829/2001 mencionada anteriormente).

Na transcrição acima queremos chamar a atenção para o fato da titularidade, ou seja, a inexistência de documento que comprove ter sido a Rua da Fonte, algum dia, propriedade de alguém. Conforme nossa tese e o depoimento de muitos moradores antigos, esta Rua é muito antiga, sempre foi pública e teve tráfego intenso de pedestres (uma servidão de trânsito).

Neste mesmo dia, na Subprefeitura conseguimos com Luiz Felipe cópia do documento “Escriptura de Constituição de Servidão de Trânsito”, de 9 de agosto de 1935, do qual fizemos nova cópia que colocamos em anexo. Neste documentos queremos chamar a atenção para o seguinte:

1-    a propriedade do outorgante Toledo Lara está registrado em cartório, conforme consta transcrição, livro e folha. Já para o terreno dominante, do outorgado José Guilherme Eiras, não é feita qualquer menção de propriedade registrada em cartório ou tabelião. (conforme nossa tese de que Guilherme Eiras nunca teve qualquer documento de propriedade desta área hoje conhecida como Chácara da Fonte, nem ninguém antes dele teve. Existiram alguns moradores de pequenas casinhas, mas a área, em seu todo, sempre foi pública e utilizada por aqueles que ali passavam e por aqueles que ali paravam para se banhar na Fonte.)

2-    “…. servidão que será para qualquer espécie de trânsito, quer em demanda ao terreno dominante, quer a outros lugares, atravez deste terreno, e vice-versa, ainda que o dito terreno dominante venha a ser loteado;…” (conforme fotos e depoimentos que afirmam que a Rua da Fonte atravessava a Chácara até sair na Rua Santanésia em frente ao INOCOP).

Dado que esta cópia de certidão possui algumas linhas semi-apagadas (ou inelegíveis), no dia 17 fomos ao 2º Tabelião de Notas de São Paulo para adquirir uma nova cópia (livro nº. 586, folha 38). Mas este documento não se encontra mais no Tabelião, então fomos até a Prefeitura de São Paulo (DEMAP) onde conseguimos uma planta de loteamento da Vila Pirajuçara levantada em 1930, pelo engenheiro Paulo Amaral onde, curiosamente, o único espaço que não tem proposta de loteamento é exatamente a Chácara. E, também conseguimos um mapa da Companhia City que mostra um caminho indígena bem próximo à região. (esta planta passa a integrar nosso acervo e está disponível para os interessados)

Para dar continuidade à pesquisa, no dia 25 fomos ao Arquivo do Estado de São Paulo onde conseguimos encontrar todos os livros do 2º Tabelião de Notas de São Paulo anteriores a 1937 e analisando-os percebemos que no mesmo dia em que foi lavrada a Escritura de contituição da servidão de trânsito, Henrique de Toledo Lara comprou 70.856.50 m² de Raul Ferreira e Carolina Rodrigues Ferreira (livro nº.586, folha 37). Tudo indica, segundo o livro de índices e de certidões do 2º Tabelião de Notas, que sua família possuía muitas terras, porém não há um documento siquer que indique qualquer propriedade de José Guilherme Eiras, assim como não aparece que José Guilherme Eiras fosse proprietário da Chácara.

Aproveitando que já estávamos no Arquivo também analisamos alguns periódicos e livros que fazem referência ao Peabiru ou tenham ligação à pesquisa. Foram solicitadas cópias microfilmadas de todos os documentos relevantes para o acervo, no entanto, essas cópias levam 15 dias úteis para ficarem prontas.

 

Dia 22/02 fomos à Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos onde está sendo analisada nossa solicitação para derrubada do Muro, protocolada na Subprefeitura do Butantã em setembro de 2008. Conseguimos localizar o Processo e aguardamos o parecer da advogada analista.

Além de tudo isso, ainda realizamos a leitura do texto “O Peabiru: uma trilha indígena cruzando São Paulo”, da Revista de Estudos sobre Urbanismo, Arquitetura e Preservação, escrito por Daniel Issa Gonçalves que desenvolve uma pesquisa sobre o Peabiru num âmbito nacional, mas com um enfoque no seu trajeto na cidade de São Paulo, através de interpretações aerofotogramétricas, cartografias antigas e bibliografias quinhentistas onde a importância dos caminhos é destacada pela sua função comunicativa e estratégica, além de serem um dos únicos vestígios da presença de populações pré-cabralianas e fundamentais no avanço das missões jesuíticas e bandeiras para o sertão.

Com o intuito de ampliar as atividades e potencializar as ações do nosso Projeto no que diz respeito à sensibilizar e conscientizar os Paulistanos para as questões ambientais da nossa cidade, inscrevemos uma atividade autogestionada no Fórum Social de São Paulo: “ManifestAção em defesa da Fonte”. Esta inscrição pode ser visualizada através do link

http://forumsocialsp.org.br/fssp_atividade/movimento-pela-preservacao-da-chacara-da-fonte/ .

Ainda participamos em reuniões de movimentos semelhantes ao nosso: pela criação do Parque da Chácara do Jockey (reunião e participação da Comitiva que levou a reivindicação ao Secretário Municipal de Esporte, Sr. Walter Feldman); para preparação das festividades do “Dia da Água” (22 de março) que acontecerão no Parque Linear Água Podre; e, debate sobre o Patrimônio Imaterial (Casa da Cidade).

Desta reunião para preparação das festividades do Dia da Água, surgiu o interesse dos presentes em conhecer a Fonte. Foi assim que no dia 15 acompanhamos Pedro Perez, René, Janice e Oswaldo, de SVMA, e ainda Andréa e Elizabeth, da SABESP, até a Fonte. Tivemos que entrar pelos fundos de uma casa da vizinhança pois o portão do muro continuava fechado com corrente e cadeado. Encontramos as paredes do compartimento da Fonte, que antes eram cobertos com azulejos, agora pintada de azul e branco, sem a autorização do CONPRESP.  Foram coletadas duas amostras de água para serem analisadas pela SABESP. Aguardamos o resultado.

Continuamos organizando nosso acervo.

 

2 – Atividades realizadas pelo GT Simpósio:

             Os trabalhos do mês de fevereiro foram voltados para a formação da equipe completa de trabalho, bem como a regularização da situação de cada um no projeto. Foram realizadas algumas discussões relativas à questão do Peabiru, com o intuito de difundir o conhecimento sobre o tema para a equipe toda do projeto, de forma a colocar todos em sintonia. Quanto à divulgação externa da questão, recebemos uma série de equipes de reportagem, tanto de TV quanto de mídia escrita, pois o tema, uma vez suscitado, esteve em alta durante todo o mês. Outra ação no mesmo sentido foi a realização da primeira reunião preparatória ao evento de divulgação da questão do Peabiru para a população local, que deverá ocorrer no mês de abril.

O simpósio sobre o Peabiru, inicialmente previsto para o mês de outubro deverá ser antecipado para meados de setembro, conforme definido a partir de discussão com a equipe, objetivando reservar um espaço maior de tempo posterior ao simpósio para avaliação, registro e divulgação dos resultados. Na mesma reunião que deliberou por essa pequena antecipação discutiu-se o formato geral e alguns possíveis palestrantes e convidados especiais para o simpósio.

Nesse sentido é preciso esclarecer que definimos alguns critérios para essas participações, a começar pela diferenciação entre aqueles que poderão compor a mesa como palestrantes, a partir de uma fala de especialista ou grande conhecedor da questão em si,ou de tema correlato, e aqueles que serão convidados ao evento como autoridades, quer sejam ligados à municipalidade, ao Estado, ou como personalidades de grande relevância para a sociedade local.

O simpósio deverá discutir o Peabiru sob seus diversos aspectos e a partir de diferentes abordagens. Dessa forma, será discutido o caminho, seu traçado e sua importância, bem como as diversas teses existentes sobre esse caminho, e a sua relevância no processo de formação da América latina. A diversidade de informações, abordagens e palestrantes deverá compor um painel onde não só se discuta a história, mas a importância e a atualidade da história no plano da cidade, bem como as ações possíveis e necessárias para a preservação do patrimônio histórico e ambiental, visando a integração de história e cultura no cotidiano da cidade.

Definimos, a princípio, a estruturação do simpósio como um evento a ser realizado em um dia inteiro, ou seja, dois períodos, iniciando às 9hs e terminando às 17hs, com pausas para almoço e café. Pensou-se numa divisão em três etapas, sendo a primeira mais curta. Assim, após a recepção dos convidados seria feita uma fala de abertura e apresentação, possivelmente por um dos membros da pesquisa. Após essa primeira fala pode haver um primeiro intervalo curto, para depois formar-se a primeira mesa. Há um indicativo para que esta seja composta por especialistas no assunto Peabiru, como arqueólogos, historiadores ou escritores. Após estas falas abre-se para um primeiro debate. Haverá então uma segunda pausa, mais longa, para o almoço, devendo retornar para a composição da segunda mesa. Esta deverá tender a falas mais da municipalidade, do patrimônio histórico e ambiental, de sua importância, bem como das ações e estratégias possíveis para a sua preservação.

Alguns nomes de palestrantes já estão definidos, dependendo apenas da disponibilidade destes na data de realização do simpósio, outros estão ainda em fase de estudo (análise da produção individual sobre o Peabiru ou tema correlato). São eles:

  •  Niede Guidon: graduada em História Natural pela Universidade de São Paulo, especialização em Arqueologia Préhistórica pela Universite de Paris IV (Paris-Sorbonne), doutora e pós-doutorada em Pré História pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne) . Pesquisadora e presidente da Fundação Museu do Homem Americano, Professora visitante da Universidade Federal de Pernambuco e Diretora Presidente da Associação Brasileira de Arte Rupestre. Tem experiência na área de Arqueologia , com ênfase em Arqueologia Pré-Histórica.
  • Rossano Lopes Bastos: professor convidado (Museu de Arqueologia e Etnolgia da USP), pós doutor em Arqueologia e Território pelo Instituto Politécnico de Tomar, em Portugal, e mestre em Geografia na área de Utilização e Conservação de Recuros Naturais pela Universidade Federal de Santa Catarina, e presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira; espercialista em Arqueologia pré-histórica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Arqueologo do IPHAN/MINC; professor do mestrado Erasmus Mundus no Instituto Politécnico de Tomar, em Portugal, Gestor Público do Patrimônio Cultural e Secretário-Geral do Congresso Mundial da União Internacional de Ciências Pré-históricas e Protohistóricas em Florianóplis, Santa Catarina.
  • Julio Abe Wakahara: arquiteto, mestre pós-graduado, arquiteto e urbanista, museólogo, artista e fotógrafo. Professor da FAUUSP durante 12 anos.
  • Luis Galdino: escritor, autor do livro “Os Incas no Brasil” (ensaio História Colonial), Prêmio Clio da Academia Paulistana de História.
  • Ros Mari Zenha: mestre em Geografia  pela FFLCH – USP, professora e pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP, representante da sociedade civil no CADES Lapa, militante de movimentos em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida na cidade de São Paulo.
  • Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho: médico sanitarista, graduado pela Universidade Federal da Paraíba, especializado em Medicina Preventiva, na Universidade de São Paulo, ex-secretário municipal de saúde e atual secretário do verde e meio ambiente.
  • Carlos Augusto Machado Calil: graduado em Cinema pela Universidade de São Paulo, é diretor da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e professor colaborador da Universidade de São Paulo; possui experiência na área de Artes , com ênfase em Cinema.
  • Waldir Pires: diretor do DPH (Departamento de Patrimônio Histórico) da secretaria municipal de Cultura.
  • Nabil Georges Bonduki: arquiteto e urbanista, mestre e doutor em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo; docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, especialista em Habitação, Planejamento Urbano e Regional e História Urbana, ex-superintendente de habitação popular do município de São Paulo e ex-vereador do município de São Paulo, coordenou a elaboração do substitutivo do Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo e os Planos Regionais das 31 subprefeitura do município e atuou na coordenação da consultoria para a elaboração do Plano Nacional de Habitação.
  • Paulo Diaz: biólogo (USU) e professor de biologia, especialista em educação ambiental e em agricultura biodinâmica, mestre em botânica (UNESP) e doutor com tese sobre interdisciplinaridade e meio ambiente em cursos de pós-graduação no Brasil (UFRRJ);  fundador do Instituto de Estudos da Complexidade e da Intrépida Trupe, ex-coordenador de equipe no Programa Protetores da Vida e educador ambiental no Programa Aprendiz Comgás; atual educador ambiental do Programa USP Recicla.

3 – Atividades do GT Espetáculo de Teatro

  • Reunião 1 – em 03/fev/2011

Local: R. Cap. Paulo Carrilho,141 (casa de Dinho Nascimento e Cecília)

Horário: das 20 às 22 h

Participaram: Dinho Nascimento,Paulo Almeida,Nelson Conde,Cláudio           Laureatti,Mauro Carota,Malungo.

Aconteceu na reunião:

- Dinho apresentou o projeto ao músico Malungo;

- trabalhamos idéias para as intervenções para o evento em 10 de abril;

-Laureatti trouxe resultado de pesquisa para embasar o roteiro;

- Nelson trouxe esboço do cronograma para as atividades do núcleo de teatro .

-definimos local e data para as primeiras apresentações do espetáculo: CEU Butantã em 17 de setembro às 17 h e CEU Uirapuru em 22 de    setembro;

 

  • Reunião 2 – em 17/fev/2011

Local: E.E. Alberto Torres

Horário: das 10 às 12:30 h

Participaram: Dinho Nascimento,Nelson Conde,Orates Abatuke,Cláudio          Laureatti,Mauro Carota,Paulo Almeida.

Aconteceu na reunião:

-definimos dias e horários para as atividades no Col. Alberto Torres :       quartas e sextas das 12:30 às 15 h;

-combinamos que as atividades para criação de cenário acontecerão na            casa de Orates ;

-ficou acertado com a diretora Sandra que convidaremos alunos para as           oficinas dia 23/fev quando apresentaremos o projeto e metas do             espetáculo aos mesmos;

-ficou decidido que o núcleo não fará intervenções no evento de 10 de abril em defesa da Chácara da fonte;

-Paulo Almeida ficou de entrar em contato com a ONG Afrobase para     convidar jovens a integrarem as oficinas;

-anotamos a necessidade de redigir as idéias que surgem nos encontros          e lista de material para oficinas e cenário;

 

  • Reunião 3 – em 23/fev/2011

Local : Col. Alberto Torres

Horário : das 10 às 13 h

Participaram : Paulo Almeida,Nelson Conde,Dinho Nascimento,Cláudio           Laureatti,Orates Abatuke,Caco Pontes,Mauro Carota.

Aconteceu na reunião :

-das 10 às 11h, conforme previamente combinado com a diretora            Sandra, entramos em 3 salas do ensino médio e em duas salas do EJA         para divulgar o projeto, as oficinas e convidar alunos e professores a      participarem do processo de criação e montagem do espetáculo;

-das 11 às 12:30 h nos reunimos na sala que nos foi designada e            trabalhamos a estrutura do espetáculo pensando começo, meio e fim,            concebendo cenas ,focados na intenção e reflexão que queremos         suscitar;

-marcamos o início das oficinas para 2 de março,quarta-feira,contando   com os primeiros inscritos ;

-fizemos a inscrição de 3 alunos: Edilson Eduardo,Ronaldo Martos         Melo, Edgard Max ;

-Orates ficou incumbido de preparar cartaz com matérias publicadas       sobre o projeto convidando interessados em participar do grupo .

 

4 – Atividades do GT Web Site

 

            Finalmente estruturamos a equipe para realizar o web site: Fernando Guasco, Maurício Santana e Orates, todos com experiência técnica e interesse no assunto.

 

A ferramenta escolhida foi Word Press.

 

Um esboço já foi desenhado.

 

A logomarca, desenhada pelo Maurício, já foi aprovada.

 

Tarefas foram designadas e os textos já estão sendo preparados.

 

Neste mês de março colocaremos algumas páginas “no ar”. O endereço já está escolhido: www.fontedopeabiru.com.br

 

 

One Response to Fevereiro 2011

  1. cecilia says:

    Excuse me, but in Portuguese, hundredths are written with a point, not a comma.

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